O tio, Antonio.

Brasil/Bolívia | 2010 | cor | 18′

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Direção | Director: Paulo Maya

Fotografia | Photography: Paulo Maya

Iluminação | lighting: Paulo Maya e Javier Arze Alcócen

Elenco | casting: Antonio Quéchua, Paulo Maya, Javier Arze Alcócen, Andrés Salcedo e María José Jaramillo.

Produção | Production: Filmes de Quintal

Contato | contact : filmes@filmesdequintal.com.br

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Ensaio etnográfico em um único plano-sequência que se desenrola dentro da mina de prata Cerro Rico, na cidade andina de Potosí, na Bolívia. A ação se desenvolve a uns 100 metros debaixo da terra e diante a dois diabos, entre os mais de cem, que vivem dentro da montanha. Antonio, personagem principal deste ensaio, desnuda a história dos indios de Potosí frente a colonização cristã e espanhola na região. A dimensão religiosa desse conflito é dissecada por uma apresentação do culto ancestral do diabo, também chamado de tío e outros nomes em Potosí. Culto decisivo, acima de tudo, como esclarece Antonio, “porque o diabo é considerado amo da escuridão!”

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An ethnographic film essay in a single sequence shot that takes place inside the silvermine Cerro Rico, in the city of Potosi, Bolivia. Action develops 100 meters under the earth and facing two devils, among over a hundred that lives inside the mountain. Antonio, this essay’s main character, reveals the history of Potosi indigenous people facing the spanish christian colonization in the area. The religious dimension of such conflict is explored by a presentation of a former worship rite of the Devil, also called tío and other names in Potosi. A decisive rite, above all, as Antonio explains, “for the Devil is considered the darkness lord!”

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